quinta-feira, 17 de abril de 2008

SEMINÁRIO INTERNACIONAL “1968 – 40 ANOS DEPOIS: HISTÓRIA E MEMÓRIA”

Salão Nobre do IFCS, de 6 a 9 de maio de 2008
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PROMOÇÃO: PPGHIS
APOIO: CNPq e Capes
ORGANIZAÇÃO: Maria Paula Nascimento Araújo e Carlos Fico
INSCRIÇÕES: Secretaria do PPGHIS, Lago de São Francisco, 1, 2º andar, entre 8h e 17h. Taxa de inscrição: R$ 15,00. Inscrições limitadas à lotação do Salão Nobre. Os inscritos receberão um certificado de participação.
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Terça-feira, 6 de maio de 2008
8h – Retirada de material
10h – Abertura
10h30min – Mesa-redonda “Memórias em Conflito”
João Roberto Martins Filho (UFSC): “1968 no Brasil e no mundo”
Horácio Tarcus (Centro de Documentación e Investigación de la cultura de Izquierda (CEDINCI)): “Ecos del mayo francés en la Argentina. De las lecturas de la Nueva Izquierda al Cordobazo”
Maria Paula Araujo (UFRJ): “Disputas em torno da memória sobre 1968 e suas representações”.
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14h – Apresentação de trabalhos de estudantes
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18h – Mesa-redonda “Movimento estudantil”
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Angélica Muller (Projeto Memória do Movimento Estudantil/Fundação Roberto Marinho/Museu da República): “O Congresso de Ibiúna”
Simone Dubeux (PUC-RJ): “A Passeata dos Cem Mil na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1968”
Victoria Langland (UC Davis): “O movimento estudantil no Brasil nos anos 1960”
Jean Marc von der Weid: “Depoimento”
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Quarta-feira, 7 de maio de 2008
10h – Mesa-redonda “Arte & Política”
Marcelo Ridenti (UNICAMP): “A época 1968: cultura e política”
Marcos Napolitano (USP): “A música brasileira na década de 60”
Santuza Naves (PUC-RJ): “É proibido proibir’: contracultura e tropicália”
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14h – Apresentação de trabalhos de estudantes
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18h –Conferência: James Green (Brown University): “Apesar de você: resistência à ditadura militar brasileira nos EUA”
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Quinta-feira, 8 de maio de 2008
10h – Mesa-redonda “Contagen e Osasco: movimento operário”
José Ricardo Ramalho
(UFRJ): “As greves de Contagem e Osasco”
Marco Aurélio Santana (UFRJ): “Sinais de mudança no sindicalismo brasileiro: o significado das greves de Contagem e Osasco”
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14h – Apresentação de trabalhos de estudantes
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18h – Mesa-redonda “CNBB e Igreja”
Ivo Lesbaupin (UFRJ): “Igreja no Brasil nos anos 60”
Jessie Jane Vieira de Sousa (UFRJ): “A Igreja no contexto de 1968”
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Sexta-feira, 9 de maio de 2008
10h – Mesa-redonda: “Luta armada: história e memória”
Kenneth Serbin (San Diego University): “Da violência à não-violência: a transformação da esquerda revolucionária brasileira – um estudo de caso da ALN”
Denise Rollemberg (UFF): “Carlos Marighella e Carlos Lamarca:
memórias de dois revolucionários”.
Claudia Hilb (Universidade de Buenos Aires – UBA) “Fabricar el Hombre Nuevo: Cuba y nosotros, 40 años después”
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14h – Apresentação de trabalhos de estudantes
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18h – Mesa-redonda: “Impasse político: rumo ao AI-5”
Marieta de Moraes Ferreira
(UFRJ): “Análise de depoimentos”
Carlos Fico (UFRJ): “Memória, história e historiografia sobre a repressão”

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Com 12 princípios, manifesto convoca 1º Fórum da Mídia Livre

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Jornalistas, acadêmicos, ativistas e outros defensores da mídia livre divulgaram, nesta segunda-feira (7), um manifesto em defesa de "maior diversidade informativa" e garantia "de amplo direito à comunicação". O manifesto também apresenta 12 "propostas, preocupações e idéias" que devem ser debatidos no 1º Fórum da Mídia Livre, marcado para 16 e 17 de maio, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Confira abaixo a íntegra do texto.
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Manifesto da Mídia Livre
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O setor da comunicação no Brasil não reflete os avanços que ao longo dos últimos trinta anos a sociedade brasileira garantiu em outras áreas. Isso impede que o país cresça democraticamente e se torne socialmente mais justo.
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A democracia brasileira precisa de maior diversidade informativa e de amplo direito à comunicação. Para que isso se torne realidade, é necessário modificar a lógica que impera no setor e que privilegia os interesses dos grandes grupos econômicos.
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Não se pode mais aceitar que os movimentos sociais que conquistaram muitos dos nossos avanços democráticos sejam sistematicamente criminalizados, sem condições de defesa, pela quase totalidade dos grupos midiáticos comerciais. E que não tenham condições de informar suas posições com as mesmas possibilidades e com o mesmo alcance à disposição dos que os condenam.
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Um Estado democrático precisa assegurar que os mais distintos pontos de vista tenham expressão pública. E isso não ocorre no Brasil.
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Também precisa criar um amplo e diversificado sistema público de comunicação, no sentido de produzido pelo público, para o público, com o público. Tal sistema deve oferecer à sociedade notícias e programação cultural para além da lógica do mercado.
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Por fim, um Estado democrático precisa defender a verdadeira liberdade de imprensa e de acesso à informação, em toda sua dimensão política e publica. E ela só se dá quando cidadãos e grupos sociais podem ter condições de expressar idéias e pensamentos de forma livre, e de alcançar de modo equânime toda a variedade de pontos de vista que compõe o universo ideológico de uma sociedade.
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Para que essa luta democrática se fortaleça, os que assinam este manifesto convidam a todos que defendem a liberdade no acesso e na construção da informação a participarem do 1º Fórum da Mídia Livre, que se realizará na Universidade Federal do Rio de Janeiro, nos dias 16 e 17 de maio de 2008.
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Os que assinam esse manifesto apresentam a seguir algumas propostas, preocupações e idéias, que, entre outras, serão debatidas no Fórum de Mídia Livre.
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Nos declaramos a favor de que:
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- O Estado atue no sentido de garantir a mais ampla diversidade de veículos informativos, da total liberdade de acesso à informação e do respeito aos princípios da ética no jornalismo e na mídia em geral;
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- Realize-se com a maior urgência a Conferência Nacional de Comunicação que discutirá, entre outras coisas, um novo marco regulatório para o setor, com o objetivo de limitar a concentração do mercado e a formação de oligopólios; - A inclusão digital seja tratada com a prioridade que merece e que o investimento nela possibilite o acesso a canais em banda larga a toda a população, para que isso favoreça redes comunitárias (WiFi) e faixas em espectro livre;
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- As verbas de publicidade e propaganda sejam distribuídas levando em consideração toda a ampla gama de veículos de informação e a diversidade de sua natureza; que os critérios de distribuição sejam mais amplos, públicos e justos, para além da lógica do mercado; e que ao mesmo tempo o poder público garanta espaços para os veículos da mídia livre nas TVs e nas rádios públicas, nas suas sinopses e meios semelhantes;
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- O Estado brasileiro atue no sentido de apoiar as iniciativas das rádios comunitárias e não o contrário, como vem acontecendo nos últimos anos;
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- O Estado brasileiro considere a possibilidade de a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos atue na área de distribuição de periódicos, criando uma nova alternativa nesse setor;
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- O Cade intervenha no atual processo de concentração de distribuição de periódicos impressos, evitando a formação de um oligopólio que possa atingir a liberdade de informação;
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- A Universidade dê sua contribuição para a democracia nas comunicações, em seus cursos de graduação e pós-graduação em Comunicação Social, formando profissionais críticos que possam contribuir para a produção e distribuição de informação cidadã;
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- A revisão do processo de renovação de concessões públicas de rádio e TVs, já que nos moldes atuais ele não passa por nenhum controle democrático, o que possibilita pressões e negociações distantes dos idéias republicanos, levando à formação de verdadeiras capitanias hereditárias na área;
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- A sistematização e divulgação de demonstrativos dos gastos com publicidade realizados pelo Judiciário, pelo Legislativo e pelo Executivo, nas diferentes esferas de governo;
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- A definição de linhas de financiamento para o aporte tecnológico e também para a constituição de empreendimentos da mídia livre e sem fins lucrativos com critérios diferentes do que as concedidas à mídia corporativa e comercial; e que isso seja realizado com ampla transparência do montante de recursos, juros e critérios para a obtenção de recursos;
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- Que há condições para que o movimento social democrático brasileiro e também os veículos da mídia livre mobilizem recursos e esforços para constituir um portal na internet, um portal capaz de abrigar a diversidade das expressões da cidadania e de garantir a máxima visibilidade às iniciativas já existentes no ciberespaço.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

TOP! TOP! TOP! IVO 60 CONVIDA A TODOS PARA A ESTRÉIA DE SUA NOVA TEMPORADA. SE LIGUE!

O espetáculo é uma criação do IVO 60 a partir da obra do cartunista Henfil e faz parte do projeto "Humor Político e Popular", aprovado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.
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Ao lado do anfiteatro, haverá uma exposição com quadrinhos de Henfil.
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A temporada será aos sábados e domingos, sempre às 16h30, até o dia 29 de junho.
confira no site do grupo www.ivo60.com.br

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DO CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE DO MES DE ABRIL

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quarta-feira, 2 de abril de 2008

Biografia de GRACIELA DALEO – Ex-presa política, sobrevivente da ESMA

Militante peronista, em outubro de 1977, Graciela Daleo foi seqüestrada por repressores da Escola de Mecânica da Armada, ESMA, o maior campo de concentração da Argentina, onde esteve até 1979. É uma, dentre os cerca de 150 sobreviventes da ESMA, onde se registra a passagem de cerca de 5000 pessoas, a maioria desaparecida. Exilou-se na Venezuela e na Espanha, onde se integrou a agrupações políticas de solidariedade com povos latino-americanos. Retornou à Argentina em maio de 1984 e, desde então, participa ativamente da luta contra a impunidade, identificando os responsáveis pelas atrocidades – como é o caso de Cavallo -, sendo testemunha em processos judiciais nacionais e internacionais que responsabilizam torturadores e genocidas, como no caso de Adolfo Scilingo na Espanha, e no recente julgamento na Argentina de Héctor Febres, seqüestrador, torturador, e expropriador de bebês que nasceram em cativeiro.
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Como represália a estas denúncias Graciela, várias vezes processada, foi presa em 1988 por três meses. Em 1989 lhe foi imposto um indulto com que o então presidente Menem pretendia não só tornar impunes os ditadores, mas igualar os opositores ao regime militar com os genocidas. Por razões éticas, morais e políticas, rechaçou o indulto, o que fez com que reabrissem as perseguições judiciais. Por este motivo exilou-se no Uruguai e voltando à Argentina em 1995, incorporou-se à Associação de Ex-Detenidos Desaparecidos, organismo ao qual pertenceu até 2006.
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Contestando a lei da Obediência Devida e a do Ponto Final - leis de anistia aos repressores que por força da pressão social foram anuladas - Graciela enfrentou os tribunais afirmando que na Argentina não havia repressores de primeira, segunda e terceira categorias e sim a co-responsabilidade entre os membros das Forças Armadas, das polícias, dos empresários, da cúpula da Igreja, de setores do sindicalismo, de setores políticos. Como sobrevivente, Graciela tem afirmado que os repressores mantiveram alguns poucos opositores vivos, não por um ato de bondade, mas para semear o terror e multiplicá-lo através do silêncio ou da fala de alguns poucos. Ao permitirem que poucos vivessem, tinham como propósito disseminar os horrores praticados nos 500 campos de concentração no país, onde ocorreram as práticas mais perversas de tortura, morte e desaparecimento. Mas esta perversa intenção tem sido subvertida: os sobreviventes, a partir de uma postura militante, têm possibilitado a divulgação do que aconteceu na época, a identificação e o julgamento de muitos deles.
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Graciela é socióloga, coordenadora da Cátedra Livre de Diretos Humanos na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires.
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FILME TRELEW, A HISTORIA DE UM MASSACRE
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O Massacre de Trelew ocorreu em agosto de 1972, onde 19 presos políticos foram fuzilados pelos militares da ditadura. Segundo informa a Agência Walsh, no dia 15 de agosto de 1972, durante o governo ditatorial do general Alejandro A. Lanusse, 25 presos políticos pertencentes ao Exército Revolucionário do Povo (ERP), às FAR (Forças Armadas Revolucionárias) e aos Montoneros, fugiram da penitenciária de Rawson, na província de Chubut. Seis conseguiram chegar ao Chile de Salvador Allende. Dezenove não conseguiram subir no avião. Se entregaram logo depois de acordar, publicamente, garantias para sua integridade física.
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No dia 22 de agosto, os 19 prisioneiros foram fuzilados a queima-roupa com rajadas de metralhadoras na base naval Almirante Zar. Neste dia, às 3h30 da manhã, os 19 presos foram obrigados a sair de suas celas, a parar em fila no corredor e metralhados a queima-roupa. Ao amanhecer da terça-feira, 22 de agosto, a armada fez circular a versão de que as mortes tinham sido o resultado de uma nova tentativa de fuga. María Antonia Berger; Alberto Miguel Camps e Ricardo René Haidar, os únicos sobreviventes do massacre, se encarregaram de que o mundo soubesse da verdade. Os três estão desaparecidos.
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Nos dias seguintes, houve manifestações nas principais cidades da Argentina e mais de 60 bombas foram colocadas em protesto pela matança. Peronistas, radicais, intransigentes, socialistas, comunistas, trotskistas e democristianos, condenaram o governo. Perón qualificou as mortes de "assassinatos". A opinião pública discordou da versão oficial. No dia 25 de agosto, a CGT declarou uma paralisação ativa de 14 horas. Foram proibidos os velórios públicos dos guerrilheiros executados.
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Os executores do massacre de Trelew foram os capitães Sosa e Herrera, os tenentes Bravo e Del Real, e o cabo Marandigo, todos pertencentes à Marinha. Os nomes foram divulgados pela própria Marinha, em um comunicado de 10 de outubro, no qual repetiam a "história oficial" de que os militares tinham atuado "em legítima defesa" ante a tentativa dos presos de tomar as armas. Durante mais de 30 anos, sob os mais distintos regimes políticos, o Estado argentino seguiu uma política de defesa incondicional de seus quadros.
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Hoje, em 2008, os realizadores do massacre estao sendo julgados.
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CONTATO CTO - 21 2232 5826 / 2215 0503www.ctorio.org.br

Guarnieri!

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O jornalista Worney Almeida de Souza, fazia uma pesquisa no jormal Última Hora sobre HQ, sua especialidade. As HQs eram publicadas na mesma página em que Guarnieri, a convite do Jorge Cunha Lima, escreveu crônicas diárias, entre fevereiro e os primeiros dias de abril de 1964. Ele, Worney se encantou com os textos do Guarnieri e se propôs fazer e fez este livro que é lançado agora. Você está muito convidad@!
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O lançamento será no dia 14 de abril, às 19h, no Espaço Unibanco, como se pode ler no convite.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Semeando Asas na Comunidade

Em 2.008, o bairro Cidade Tiradentes, na zona leste da cidade de São Paulo, será um grande palco onde a comunidade e diversos grupos de teatro vão atuar juntos!
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O projeto, elaborado pelo grupo Pombas Urbanas, promoverá apresentações de espetáculos teatrais em locais públicos do bairro, cursos de teatro para jovens, além de ótimas apresentações no Centro Cultural Arte em Construção durante todo o ano. O objetivo é que a comunidade tenha amplo acesso a espetáculos de rua e de palco, a teatro para adultos, jovens e crianças, conhecendo técnicas do fazer teatral e se preparando artisticamente para se expressar por meio do Teatro.
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Com o patrocínio do Programa de Democratização Cultural Votorantim, o Pombas Urbanas pretende, em 2008, incentivar o gosto pela arte, com muito TEATRO, encontros, diálogos e novas perspectivas de crescimento humano num dos bairros mais marginalizados e populosos da cidade de São Paulo, o bairro Cidade Tiradentes, que está a 40 km do centro e tem mais de 300 mil habitantes.Jovens atores do bairro participarão da execução do projeto junto à equipe do Pombas Urbanas, ampliando ainda mais sua formação teatral e construindo uma sólida experiência sobre produção, comunicação, administração e gestão cultural.Por tudo isso, convidamos você a conhecer o projeto Semeando Asas na Comunidade que terá suas primeiras atividades neste mês de março!

Instituto Pombas Urbanas Endereço: Av. dos Metalúrgicos, 2100 - Cidade Tiradentes - CEP 08471-000Fone/Fax: (11) 6285-5699 - E-mail: contato@pombasurbanas.org.br Site: http://www.pombasurbanas.org.br/